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A minha história

 

Nasci em 1968, em Lisboa. Minha mãe – Teresa Almeida – hoje em dia tradutora em Bruxelas, meu pai – Fernando d’Almeida – já falecido, um dos melhores publicitários de outros tempos, dono de uma das primeiras agências de publicidade a “Êxito”.

Vivi nesta cidade linda à beira-rio plantada, até aos 18 anos. Depois fui para Bruxelas onde se encontra a minha mãe.

Aí vivi 5 anos, experiência enriquecedora.

Foi nessa cidade que aprendi o francês fluente e um pouco de italiano. Regressei, trabalhei num escritório de advogados durante outros 5 anos, e em simultâneo tirei um curso técnico-profissional de tradução. Logo após comecei a trabalhar numa empresa francesa, onde actualmente trabalho, desempenhando as funções de secretária e também de tradução.

Esta empresa está ligada ao ramo da saúde, nomeadamente, produz e distribui reagentes para efectuar análises clínicas e industriais, e congratulo-me por nela trabalhar uma vez que participo e acredito no “slogan” da empresa que podemos “fazer do diagnóstico semente de melhor saúde”.

Sempre tive o bichinho das coisas manuais, lembro-me com 12, 13 anos de idade fazia pulseiras com nós e vendia aos vendedores ambulantes da Rua Augusta, em seguida, foi o tricot... fazia camisolas e vendia-as, quando fui para Bruxelas o bichinho da fotografia também despertou.

Frequentei duas escolas de fotografia onde aprendi não só a técnica como as vertentes que se podem explorar nesta área.

Um mundo mágico !

Este ano “encontrei-me” com a massa fimo.

Nem sei bem como começou. Uma amiga dizia-me que devia arranjar um hobby, qualquer coisa que me desse gozo ...

Assim foi, comecei a experimentar, entusiasmei-me mais e mais, hoje em dia, é uma das minhas paixões.

A massa fimo depois de “descoberta”, proporciona um mundo para explorar a criatividade que há em cada um de nós.

É um trabalho moroso. Para fazer um colar demoro cerca de 5 horas... mas são 5 horas de prazer.

A experiência com os pratos foi idêntica.

Experimentei, gostei e estou a adorar desenvolver.

À parte o mundo profissional e o mundo das artes, desde pequena que dei grande valor à solidariedade social.

Acredito que cada um de nós tem o dever de fazer deste mundo um lugar melhor. Consequentemente, em Bruxelas, juntei-me a uma instituição de solidariedade social – ROKPA - onde participei em várias acções de apoio aos sem-abrigo, como levar-lhes comida, nas estações de metro onde esperavam ansiosamente por um prato de sopa quente.

Quando regressei de Bruxelas, mantive essa postura, e durante algum tempo ajudei também a Comunidade a Vida e a Paz a fazer o mesmo. Hoje em dia, colaboro de vez em quando com a Casa do Parque, instituição que acolhe crianças consideradas em risco, onde vou buscar os miúdos para passarem um sábado ou domingo comigo. E muito esporadicamente  colaboro também com a Ajuda de Mãe.

Quis deixar aqui esta mensagem porque penso que se cada um de nós fizer um pouco pelos outros, ganharemos todos mais e o mundo tornar-se-á melhor!

Caso pretendam saber mais acerca da Casa do Parque, junto encontram um pedido de Apoio desta Associação e a morada em “INSTITUIÇÕES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL”.

 

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